Concorra a dois exemplares de FAMA & LOUCURA: ENTREVISTAS CENSURADAS COM OS MAIORES ARTISTAS DO PLANETA.

O Grupo Editorial Record nos cedeu dois exemplares de FAMA & LOUCURA: ENTREVISTAS CENSURADAS COM OS MAIORES ARTISTAS DO PLANETA para sortear entre nossos fãs! Ao todo são 228 conversas com The Strokes, Led Zeppelin, Pink Floyd, Bruce Springsteen, Bob Dylan, Radiohead, The Who, Eric Clapton, Britney Spears, Justin Timberlake, Paul McCartney, R.E.M., Madonna, Bob Dylan e uma lista imensa de personalidades.

Não conhece o livro? Leia o nosso post sobre: http://bit.ly/1qN0R7m

Quer levar um exemplar pra casa? É fácil:

1) Curta a fanpage Catárticos aqui: http://on.fb.me/18fBzTn;
2) Compartilhe o post do link a seguir no Facebook em modo público: http://on.fb.me/1tSCxBp;
3) Clique em “Quero Participar” aqui:  http://on.fb.me/1tSEHRo.

Pronto! Agora é só esperar o resultado, que vamos divulgar na quarta dia 13 de agosto às 18h. Boa sorte!

O Catárticos te leva pro Lollapalooza Brasil!

Tá chegando a hora de curtir o #NovoLolla, rola nos dias 05 e 06 de abril em Interlagos e o Catárticos vai te dar uma forcinha! Como embaixadores oficiais do eventos, temos um ingresso pro dia 06 de abril pra você curtir a experiência de um dos maiores festivais do mundo com shows de Arcade Fire, Soundgarden, Pixies, New Order, Vampire Weekend e muito mais. Pra participar é muito fácil:

– Curta e compartilhe esse post no Facebook: http://on.fb.me/1jWRjQo 

– Curta a página do Catárticos aqui: http://on.fb.me/18fBzTm

– Clique em “quero participar” aqui: http://bit.ly/1jWlYgA 

Pronto! Você já tá participando e concorrendo a um ingresso para o Lollapalooza. O sorteio rola no dia 13 de março e o resultado vai ser divulgado aqui mesmo. Hospedagem, transporte e quaisquer outros gastos são por conta do vencedor – o prêmio único do concurso é o ingresso.
E tem também promoção pelo TWITTER!
Basta seguir o @indiedadepre por lá (www.twitter.com/indiedadepre) e twittar a seguinte frase:

“Tô seguindo o @indiedadepre e concorrendo a um ingresso pro 2º dia do Lollapalooza com Arcade Fire, Pixies e muito mais!#MeLevaNoNovoLolla

Resultado sai no dia 13, pelo Twitter mesmo.

Boa sorte!

A ressaca do dia do rock, 2013

A música faz a gente viver experiências incríveis, e as lembranças permanecem muito depois de os momentos terem ido embora. O dia do rock já passou, mas a gente quer lembrar, aqui, aqueles shows que nos fizeram vibrar.

 

DEPREDAR, por João Vítor Medeiros: “Definir o melhor show da minha é das tarefas mais difíceis. Eu mesmo não consigo afirmar com certeza qual seria por ficar dividido entre dois deles: Radiohead em 2009 e The National em 2011, ambos em São Paulo. Essas apresentações foram tão boas que outros dois companheiros de coletivo escolheram retratá-las nesse mesmo post. Por conta disso falarei de uma terceira experiência, mais recente, mas que foi também muito poderosa para mim. Uma infinidade de fatores fazem de um show inesquecível e o show do The Cure no Anhembi em abril desse ano teve todos eles para mim: setlist com mais de 3h, banda totalmente entregue no palco, conexão absurda com as músicas, companhia especial. Agregue-se a isso os grandes amigos da Herod Layne sendo responsáveis pelo show de abertura e o senhor Robert Smith em pessoa autografando minha cópia do Disintegration e você terá o melhor show desse ano, um dos melhores que eu pude presenciar. O The Cure dificilmente voltará ao Brasil, mas os ingleses pagaram todas as suas dívidas comigo. Com juros.”

 

DOCE, por Clarissa Wolff: “É difícil escolher um show da vida quando sei que ele ainda não aconteceu e quando me emocionei, chorei, conectei e fui feliz em vários dos que já vivi. No fim das contas, porém, acho que só poderia falar do show do Arctic Monkeys no Lollapalooza do ano passado, show que cansei de ouvir gente falar mal. Pra mim, foi um sonho. Arctic Monkeys foi uma das primeiras – senão a primeira – banda indie que eu conheci e comecei a ouvir, em época de Kazaa e conexão discada. Curiosamente, conheci a banda pela música Riot Van – tudo culpa de uma fanfic de Harry Potter que levava esse título e explicava, na nota da autora, de onde ele vinha. De qualquer jeito, Arctic Monkeys teve um papel importante na minha vida e até hoje 505 é uma das minhas músicas preferidas. Lembro de estar no dia anterior no hotel e uma das minhas melhores amigas, segundo ela para me surpreender na hora, mas eu acho que é só porque ela é sacana mesmo, me falou que eles não tocariam a música. Resignada, mas ainda assim deslumbrada com o fato de estar na primeira edição de um dos maiores festivais do mundo pronta para ver uma banda que eu queria ver ao vivo desde sempre, aguentei chuva e lama, dor nos pés e um cansaço inacreditável, no meio de milhares de pessoas, razoavelmente perto do palco. Chorona que sou, desabei já na segunda música, Brianstorm, e fiquei soluçando por algumas seguintes. Em Do Me A Favour chorava tanto que um cara na minha frente se virou pra me oferecer ajuda, água, qualquer coisa, que houve, moça? Mas não era nada, só emoção. Quando os primeiros acordes de 505 começaram, pra fechar a noite, voei junto. Que sensação incrível. Catártico.”

 

DISCOPHENIA, por Kaue Lima: “Escolher um melhor show imagino que deve ser tão difícil como escolher um filho favorito. Dentre muitos bons shows como I’m from Barcelona, Metronomy, Darwin Deez e outros pude perceber que muito mais que apenas um espetáculo musical, um bom show deve ter também um conjunto de situações que fazem com que aquele dia nunca mais seja esquecido. Em grande parte do tempo suas companhias são o maior fator para um ótimo show. Com isso provavelmente as melhores experiências que tive estão relacionadas a festivais já que neles tenho a oportunidade de ver muitos amigos curtindo muita música boa. Dessas experiências uma das que mais me marcou foi provavelmente o show do The Hives no Lollapalooza 2013, uma de minhas bandas favoritas e com muita gente bacana junta se transformando em uma experiência inesquecível.”

 

 

NO SOAP, por Amanda Azevedo: “Janeiro de 2012. Nunca vou saber se tudo aquilo era calma ou outro nível de ansiedade, na linha Esmeralda da CPTM, indo para Pinheiros, já em cima da hora para chegar ao Carioca. Era verão e eu tinha dormido pouco, minha melhor amiga tinha espamos de ansiedade enquanto caminhávamos em direção a casa.Minha memória pré-show é tão fraca que fui até consultar uma resenha que diz que naquele sábado choveu o dia inteiro. Eu só consigo lembrar de um calor de sauna, a menina na minha frente tirando a blusa e de ter esquecido a câmera na bolsa.Era a primeira edição do XLive Music Festival e a gente tinha ido só pra ver o New Found Glory.Antes daquele show eu nunca tinha ido numa casa de show tão pequena. A sensação era sempre de estar muito mais perto do que parecíamos. O palco era baixo – baixo suficiente para um ou dois caras driblarem a segurança, se apoiarem nas caixas de som e subirem no palco para cantar com os caras – e a distância era curta. Foi a experiência mais íntima entre banda-platéia que eu já vivi.Naquela época eu já passava dias ouvindo a discografia no repeat, mas era um amor recém encontrado, coisa de um ano. Depois percebi que não precisava de muito amor para encarar a casa lotada e pulando durante 1h30. Dos clássicos ao álbum recém lançado, espremida entre um e outro na frente do palco, não teve uma música em que eu (e todo mundo) não cantei, gritando até ficar rouca. A sensação de identificação e libertação de poder gritar aquelas coisas que eu ouvia todo dia no fone de ouvido, finalmente atingindo seu nível máximo.Definitivamente um dos melhores shows da minha vida.”

 

POP DE BUTECO, por Alisson Guimarães: “Posso dizer que tive o privilégio de ver na área mais cobiçada o “show” mais cobiçado dos últimos tempos em termos de produção. Vi o U2 em São Paulo, dentro do tal “Inner Circle” e, amigos, é uma experiência surreal, por mais que uma galera torça o nariz para a megalomania do U2. Seria natural achar este o melhor show da minha vida, mas não foi. Um show vai além das luzes, do palco de 50 metros de altura, do Bono passando por sua cabeça em uma escada que está 1 metro acima de você. Não que o show não seja lá essas coisas, pelo contrário. Mas acho que o show da vida tem que te pegar de uma maneira diferente que você não consegue explicar. E o show que eu não consigo explicar foi o do Oasis, no estacionamento do Credicard Hall, em 15 de março de 2006. Primeiro, porque acho que o lugar nunca tinha sido utilizado para shows. Segundo, que a banda estava em fase final de turnê e o Liam vinha com uma voz de karaokê na bagagem. Terceiro, porque São Paulo estava tendo um dia ensolarado de fazer inveja ao Rio de Janeiro, quando, de repente, às 22h01, conhecido também como primeiro minuto da banda no palco, começou uma chuva torrencial de fazer inveja a Manchester. Mesmo assim, para minha surpresa, a chuva que tinha tudo para estragar meu primeiro show do Oasis – que poderia ser o último também devido ao excesso de preciosismo comportamental da banda – acabou sendo a grande cereja do bolo, porque o público se divertiu como se não houvesse amanhã e nem ligou para a chuva. Foi um show em que a corda da guitarra do Noel arrebentou no meio do solo de “Live Forever” e ele precisou inventar notas em cima da hora. Foi o show também que o Oasis, veja bem, tocou uma música atendendo o pedido do público. “Supersonic”, um dos principais clássicos da banda, não havia sido tocada na turnê e só foi ouvida porque uma chuva quase deu origem a uma tragédia no Credicard Hall aberto. Resumindo: só acontece uma vez na vida. E eu estava lá.”

 

TRAVIS, por Marcelo Riceputi: “Neste dia do rock, o Catárticos presenteia você com um relato de um leigo aposentado no assunto sobre o melhor show de sua vida. Animado? Bom, antes de chegar ao show, preciso situá-los sobre como conheci uma das bandas da minha vida: The National. Tudo não começou em torno de 2006, quando meu amigo Wanderson Meireles – ex-membro da Cambriana – me recomendou um álbum: “Alligator”, afirmando que eu simplesmente piraria. Nessa época eu tinha uma pasta no computador: “álbuns por ouvir – Wanderson”, com dezenas de álbuns nos quais “eu piraria”. Essa pasta ainda existe, cheia e imaculada (meus amigos estão acostumados com o bom e velho “quando chegar em casa ouço”; “estou meio ocupado agora fazendo porra nenhuma, assim que der, ouço” etc). Mas eis que, em 2009, abri essa pasta que não estava empoeirada somente por ser eletrônica, e coloquei o álbum no MP3.À época, com 18 anos, havia ido à Niterói fazer faculdade de Direito, contra a vontade dos meus pais. Dividia um quarto com duas pessoas, o que simplesmente detestava (não por elas), não tinha amigos, gostava de uma garota que demorou muito pra ficar pra trás com a minha mudança, não tinha grana pra fazer absolutamente nada. Na época, não tinha telefone fixo ou celular; quando queria falar com minha família – o que se resumia a brigas – precisava usar telefones públicos nas ruas. Minha vida se resumia a música e literatura. Foi a época em que li “Misto-quente”, do Bukowski, “Crime e Castigo”, “Irmãos Karamazov”, “Humilhados e Ofendidos”, “Noites Brancas”, “O Tirano”, de Dostoievski… Enfim, creio suficiente pra ter uma pequena imagem do que era meu cotidiano.O Alligator foi um álbum atípico. Era uma enorme dificuldade passar para a música seguinte, porque todas faziam completo sentido, uma por uma. Por essa situação no local onde morava, estava quase sempre na garagem do prédio, ouvindo música, e sou capaz de afirmar gastei ao menos duas horas em cada faixa do álbum, compartilhando sentimentos com veículos estacionados. Quando finalmente consegui chegar ao seu fim, fui falar com o Wanderson sobre como tinha gostado da banda, se havia possibilidade de ver um show deles no Brasil, e ouvi como resposta o seguinte: “eles têm um contingente reduzido de fãs e tocaram aqui recentemente, em um festival”. Essas palavras significaram para mim, como vocês devem imaginar: “não”.Eis que um ano depois, o “não” se tornou “sim”. Pisei pela primeira vez em São Paulo, acompanhado pelo João Vítor Medeiros (o @Indiedadepre), para ver um show do National no falecido Citibank Hall. Chegamos muito cedo. A sensação, pelo público na porta, era de que veríamos um show de uma banda paulistana de médio porte. É claro que depois o público aumentou, mas como ficamos próximos ao palco, de costas para tudo, essa sensação permaneceu. E cresceu, quando à meia luz, exatamente como sempre imaginei, o National abriu com “Runaway”, em um tom especial, simples e despretensioso, como se fosse uma banda em início de carreira, respeitando cada um de seus shows como um momento de sentimento único. Não era exatamente como eu havia esperado, mas maior do que minhas expectativas. Percebi as lágrimas que escorriam de meus olhos somente ao fim da faixa. O que se seguiu a isso foi uma catarse que desaguou em um público em silêncio para a execução completamente acústica de “Vanderlyle Crybaby Geeks”.Após o show, enquanto todos esperavam a saída de Matt Berninger – que já havia ocorrido, porque ele saíra às pressas embriagado pelo vinho e por um beijo do João quando se jogou na plateia -, fiquei por um tempo conversando com Scott Devendorf, que não recebia atenção de absolutamente ninguém: “Ninguém se fode pra baixistas”, ele disse. Foi uma conversa completamente informal, ele chegou a me fazer perguntas pessoais, como há quanto tempo eu tocava baixo. Enquanto os seguranças tratavam os fãs como canibais tentando engolir os membros da banda, os caras saíram por entre a gente, trocaram ideia com todos, atravessaram a rua no meio da galera e ficaram do outro lado da calçada, sem qualquer equipe ao redor, conversando entre si. Ainda tive tempo de dizer ao Aaron Dessner que ele me lembrava o Charlie, personagem de “Lost”.Por tudo isso, “Alligator” será sempre o álbum que representa pra mim a quebra que é crescer, enfrentar o mundo e se tornar independente. O “Boxer” não é meu símbolo da melancolia.Tempos depois, em visita à Rússia – país que sempre sonhei em conhecer -, talvez por toda a literatura russa que me bombardeou à época em que conheci National, a banda voltou com tudo aos meus fones, mas de uma forma completamente diferente. Fiz as pazes com o meu passado e passei a achar tudo bonito, de uma forma inexplicável. Eis que uma das gravações da viagem se transformou nesse vídeo.”

 

UNTITLED, por Aldo Hanel: “Vinte e três de Março de 2009. Esse foi talvez um dos dias mais marcantes da minha vida, mas com certeza foi o dia em que vi o melhor show da minha vida, a tão esperada vinda do Radiohead ao Brasil. O Radiohead sempre foi aquela banda que se alternou em momentos de total vício e abstenção na minha “vida musical”, mas que sempre esteve presente de alguma maneira. Também é a banda que mais possuo discos, são 5 LPs e 6 CDs na coleção, que pretendo aumentar e futuramente completar. São vários os fatores que colaboram para um show ser tão marcante, sendo que obviamente a performance e a banda em questão são os mais importantes. A performance foi impecável, o setlist imenso de 27 músicas e duas horas e quarenta minutos de duração não deixou pedra sobre pedra naquela noite quente em São Paulo. Soma-se ao espetacular show final, a abertura dos titãs – ou pelo menos de um dos membros originais, Ralf Hutter – do Kraftwerk, além de Los Hermanos, mas essa aqui eu tenho total desprezo e não me importei. Fora tudo isso, dezenas de amigos de todas partes do Brasil estavam por lá, vi, conheci e revi muita gente que gosto muito, encarei a fila desde às 11 horas da manhã, sendo que o show teve início às 10 horas da noite – nunca mais farei isso, acho… é, farei sim dependendo da banda – e repetiria tudo novamente, a atmosfera que encontrei naquele show nunca irá se repetir, provavelmente, e o dia vinte e três de março vai ficar marcado para sempre, mesmo que um dia as imagens e vídeos sumam, na minha memória. Posso ter falado pouco do show em si, mas se essa fosse a minha intenção, esse relato ia muito longe.”

 

YOU! ME! DANCING!, por Henrique Amorim: “Setembro de 2012 foi o pior mês da minha vida. Perrengues, doenças e um semestre pesado no meu curso. Depois de um período tão funesto na minha vida eu pensava que nunca mais ia me recuperar bem de tudo aquilo. Com o perdão de soar tão melodramático quanto possa parecer, o melhor show da vida veio no momento certo, eu tava precisando daquilo e ele me ajudou a melhorar e ver que a vida é feita de trancos e barrancos – e que tudo pelo que eu tinha/estava passando era só uma fase e (talvez) melhorasse mais pra frente. Foi no fim do mês, no último Sábado que a luz veio: o show do I’m from Barcelona e tudo que girou em torno dele. Eu sempre gostei deles e os estava esperando há uns 7 anos ou mais e a experiência foi incrível e a espera recompensante. Para todos que respiram música, a experiência de um show, de ver sua banda favorita ali na frente, tocando os acordes, cantando os refrões que significam tanto pra ti, é algo único e com o I’m from Barcelona não foi diferente, foi espetacular. A banda é calorosa, apesar de vir de um país frio, e fez toda a platéia se sentir amada, como se fossemos todos membros daquela “família” gigante que eles já são – não importa, eles têm lugar para todos nós fazermos parte da banda, seja para bater palma, fazer coreografia ou palhaçada, nós todos se sentimos parte daquele espetáculo. A energia, a fraternidade, tudo perfeito e incrível, exatamente como eu esperava ver de uma das minhas bandas favoritas desde que eu me entendo por gente. Foi recompensante por tudo aquilo que eu tinha passado no mês, lavei a alma e vi que estava pronto para os próximos e que aquilo era o que eu estive esperando por toda minha “vida musical”. Um período díficil da minha vida – tenra, mas ainda sim, vida – foi marcado por esse show, sei lá, pode parecer besta da minha parte, mas ele marcou profundamente em mim e me fez ver a vida de um outro jeito. A banda é infantil, não tem o propósito de soar poética ou construir grandes letras e é por isso que eles significam tanto pra mim: a vida pode ser uma só, mas não leve ela tão a sério.”