Arctic Monkeys em Munique: Do YOU wanna know?

AM

Quem nunca sonhou em viajar pra Europa ou EUA ou qualquer lugar do mundo e assistir por lá o show de alguma banda querida. Por isso aqui no blog, vira e mexe convido pessoas pra falarem de suas experiências musicais no estrangeiro. E dessa vez a convidada foi a Luiza Mayumi, que escreveu sobre o show que ela assistiu do Arctic Monkeys na Alemanha esse mês. Saca só como foi:

Arctic Monkeys em Munique – Por Luiza Mayumi

Em Junho deste ano, quando estava resolvendo os últimos detalhes da minha viagem no segundo semestre para a Alemanha, tive uma das melhores notícias possíveis: Arctic Monkeys, 12 de novembro de 2013, em Munique. Pela primeira vez eu teria a oportunidade de ir a um show da minha banda preferida.

Zenith não é uma casa de shows muito grande, o que achei ótimo pois deu para ficar bem perto do palco. Logo de cara já deu para notar que o público europeu é realmente muito diferente do brasileiro, as pessoas são muito mais contidas e comportadas.

am 1

Quem abriu o show foi a banda irlandesa The Strypes e os caras mandaram muito. Fizeram uma apresentação de aproximadamente 45 minutos de duração e animaram bastante o público.

Mas vamos ao que interessa: Arctic Monkeys. Como todos osshows da turnê nova, eles abriram com “Do I Wanna Know? “ e eunão tenho palavras pra descrever a introdução dessa música.                                                                                                            

A setlist (composta por 21 músicas) estava muito boa e agradou o público. Além de novas músicas do AM como “Arabella”, “Why’d You Only Call Me When You’re High?” e “R U Mine?”, os caras também tocaram músicas dos álbuns passados como “Fluorescent Adolescent”, “Crying Lightning”, “Don’t Sit Down Cause I’ve Moved Your Chair” e “I Bet You Look Good On The Dancefloor” (que levou a galera à loucura). Comparando com os outros shows da turnê européia, na minha opinião, as três músicas tocadas no Encore do show de Munique foram as melhores. “Snap Out Of It”, “Cornerstone” e “R U Mine?” pra fechar.

 A única coisa que senti falta foram algumas músicas que amo e que ficaram de fora da setlist como “Suck It And See, “Mad Sounds” e principalmente “505”. Mas é claramente impossível montar uma setlist com 21 músicas do Arctic Monkeys sem deixar alguma querida de fora.

am 2

Ah, claro que eu não poderia deixar de falar da presença de palco do Alex Turner. O cara tem uma energia contagiante, com seus famosos “dance moves”, e uma conexão absurda com o público. Ele ainda arriscou algumas frases em alemão como “Servus München” e “Vielen Dank”.

Bom, resumindo: o show foi sensacional e os caras mandam muito bem ao vivo. Agora só nos resta torcer para eles confirmarem algumas datas no Brasil ano que vem!

Setlist: (via setlist.fm)

1. Do I Wanna Know?

2. Brianstorm

3. Dancing Shoes

4. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair

5. Teddy Picker

6. Crying Lightning

7. Fireside

8. Reckless Serenade

9. Old Yellow Bricks

10. Why’d You Only Call Me When You’re High?

11. Arabella

12. I Want It All

13. Pretty Visitors

14. I Bet You Look Good on the Dancefloor

15. Do Me a Favour

16. One for the Road

17. Fluorescent Adolescent

18. I Wanna Be Yours

Encore:

1. Snap Out of It

2. Cornerstone

3. R U Mine?

Chromatics e Mystery Jets vêm ao Brasil ainda esse mês

Chromatics_by_Richard_Bernardin
Os americanos do Chromatics vêm ao Brasil pela primeira vez no dia 27 de novembro como atração principal da Ray-Ban Envision Tour, festa da famosa grife que marca o fim do projeto Ray-Ban Festivals Tour que passou por festivais de Recife, Goiânia e Natal.

A banda, iniciada em 2001, passou por uma série de formações até chegar à atual, tendo a sua frente a vocalista Ruth Radelet. Gosto muito do grupo e o último disco deles, Kill For Love lançado em 2012, apareceu entre os meus preferidos nas minhas listas de fim de ano. A banda também ficou famosa por sonorizar um desfile da Chanel na Semana de Moda de Paris a convite do próprio estilista Karl Lagerfeld.

Os ingleses do Mystery Jets completam a escalação do evento com um DJ Set. O local será o Grand Metrópole no centro de São Paulo. Não haverá vendas de ingressos, que serão distribuídos pelos canais online da Ray-Ban e VICE. Mais informações em breve.

A faixa que dá nome ao ótimo último disco do Chromatics:

O Chromatics no desfile da Chanel na Semana de Moda de Paris:

PROMOÇÃO RELÂMPAGO: Concorra a um par de ingressos pro Planeta Terra Festival 2013 com Blur, Beck, Lana Del Rey e muito mais!

terra 2013

Já cansei de falar aqui que o Planeta Terra é o meu festival favorito. Não por acaso. Foi ali que comecei a me aproximar mais de todo o universo que envolve a música alternativa e desenvolver todo meu amor por isso. Por isso foi uma honra pelo segundo ano ano consecutivo ter sido convidado a ser embaixador do evento que em 2013 traz ao Brasil artistas como Blur, Beck, Landa Del Rey, The Roots, Travis e ainda conta com atrações nacionais como BNegão, O Terno e Hatchets.

E a organização disponibilizou dois convites pra uma promoção relâmpago aqui no blog. É jogo rápido e termina na quarta-feira às 23h do dia 06 de novembro de 2013, com anúncio aqui mesmo e pelos canais do Indie da Deprê.

Pra participar é muito simples:

1) Confirme presença na Festa de Aquecimento do Planeta Terra Festival no LAB – com direito a DJ set do Hatchets e de Embaixadores Oficiais AQUI;

2) Responda à pergunta: QUAL BANDA/ARTISTA VOCÊ QUER MAIS VER NO PLANETA TERRA E POR QUE? E envie para o e-mail indiedadepressao@gmail.com. Pode mandar quantas frases julgar necessário. Apenas respostas que chegarem nesse e-mail serão consideradas.

A melhor resposta escolhida por mim leva um par de entradas e mais um DVD do Blur ao vivo no Hyde Park. Não nos responsabilizamos pelos custos com transporte e hospedagem para o evento.

Boa sorte a todos, a gente se vê lá!

ATUALIZAÇÃO – 06/11/2013

Com mais de 500 e-mail participantes, asseguro que li todos e a frase escolhida foi a seguinte, da Beatriz Nogueira:

A banda que eu mais quero ver é o Blur, porque demoraria menos tempo que levou desde o começo da banda pra um Gallagher se juntar a eles no palco pra tocarem juntos do que pra eu me perdoar por perder essa que deve ser a minha última chance de vê-los por aqui.

Parabéns, Beatriz! Entraremos em contato pelo endereço que enviou o e-mail para a promoção. Aos outros, ainda resta a promoção do Nação da Música que entra amanhã. Boa sorte, espero ver todos no festival e na festa de aquecimento!

aquecimentoglobal_evento

 

Festival Novas Frequências 2013 – Música moderna e valor mais que acessível, qual a sua desculpa?

novas frequencias

A música, como qualquer manifestação artística, é cíclica. Se desenvolve por conflitos, anda na base da provocação, cresce e se transforma na cabeça de pessoas que conseguem pensar minimamente fora da curva, que conseguem olhar a frente. Essas pessoas são raras e muitas vezes passam despercebidamente por nós.

E o que você entende por música moderna? É aquela bandinha nova-mais-do-mesmo que lançou o primeiro disco esse ano? Aquela banda já consagrada que lançou mais um disco que os fãs amaram sem nem ouvir? Ou aquele artista que não se cansa de experimentar, tentar, pesquisar, e por que não, errar? Se você partilha da mesma opinião que eu e acha que a última opção talvez esteja mais próxima da definição de um conceito tão complexo, você precisa conhecer o Festival Novas Frequências que chega ainda mais forte em sua 3ª edição em 2013.

De 30 de novembro a 08 de dezembro no Rio de Janeiro serão diversas apresentações no Oi Futuro Ipanema, uma festa no clube La Paz e quatro painéis no POP (Polo de Pensamento Contemporâneo). São ao todo 14 atrações – todas inéditas no RJ – distribuídas ao longo de 9 dias de festival. E sabe qual o preço dos shows? R$ 10,00 a meia-entrada. Dos painéis? R$15,00. Então, qual a sua desculpa?

Conheça melhor os artistas que se apresentarão no festival e programe-se. Você não vai se arrepender.

Agradecimento especial ao mestre Aldo Hanel do Untitled, grande conhecedor e que a convite escreveu a maioria dos textos abaixo.

Tim Hecker (Canadá)


Tim Hecker  alta (Medium)
O canadense Tim Hecker é um dos mais celebrados nomes da música eletrônica atual. Desde o início da década passada, Hecker lançou dezenas de trabalhos e colaborações flertando com vários gêneros de vanguarda, da música ambiente e drone – suas especialidades, passando pelo noise, glitch e improviso.

Apesar de ter atingido o grande público apenas em 2011 com o aclamado disco Ravendeath, 1972, Hecker já possui uma discografia passada muito bem recebida pela crítica especializada e com sua marca registrada: a criação de paisagens sonoras únicas e riquíssimas em texturas, não feitas para se prestar atenção ao que acontece no mundo, e sim prestar atenção ao que acontece dentro de você mesmo. Essa talvez seja a grande força do trabalho de Tim Hecker, um som intimista, que teremos oportunidade de escutar em um ambiente igualmente intimista.

Além de sua grande discografia solo, Hecker já trabalhou ao lado de nomes tão diferentes como um dos titãs do drone doom, Aidan Baker, do duo Nadja – que também toca no Brasil em datas próximas, e outro titã da música eletrônica, o genial Daniel Lopatin, mais conhecido pela alcunha de Oneohtrix Point Never, que infelizmente por motivo pessoais teve de cancelar sua vinda ao Novas Frequências de 2012.

Em 2013, Tim Hecker nos presenteia com um forte candidato a disco do ano – mais uma vez, o assustador e belo Virgins, recebido positivamente por publicações tão variadas quanto Resident Advisor e NME. Um show onde ver é apenas um detalhe, você deve sentir. – por Aldo Hanel

James Ferraro (EUA)


James Ferraro 2 (Medium)
Apresentar um camaleão como James Ferraro é até difícil. O americano já flertou com boa parte dos gêneros de vanguarda da música, com centenas de nomes artísticos diferentes e em projetos variados, sendo o mais conhecido deles o seu duo com Spencer Clark: The Skaters.

James Ferraro no início de sua prolífica carreira foi um dos responsáveis pela popularização do estilo de produção lo-fi como algo mais do que apenas algo mal gravado, e sim como uma força estética sobre a qual construía seus longos e ricos drones. A medida que o tempo passou, Ferraro assumiu a dianteira de outros movimentos de vanguarda que logo se popularizaram, como o chamado Vaporwave e o Hypnagogic Pop. Foi alçado a fama mundial com seu disco de 2011, o desconstruído, cheio de referências e influências, Far Side Virtual – eleito álbum do ano pela The Wire.

Em 2013, James Ferraro nos apresentou dois trabalhos bem próximos musicalmente, os tortuosos e quebradiços R&B de Cold e NYC, Hell 3:00 AM. Ferraro continua movendo seu som para direções inéditas, sem perder seu laço com a vanguarda e cada vez mais se apropriando da música pop. O passado e o futuro se encontram, um se apropria do outro e ambos se encontrarão no presente, em nossa frente. Imperdível. – por Aldo Hanel

Stephen O’Malley (EUA)


Stephen O'Malley 2_Crédito_Øyvind Rones
Falar de Stephen O’Malley sem falar de Sunn O))) é meio difícil, então já vamos tirar isso da reta. O americano, membro da citada e mundialmente reconhecida banda de drone doom metal, volta ao Brasil depois de se apresentar no festival Sónar São Paulo em 2012 com outro de seus projetos, o KTL.

Desde os anos noventa, O’Malley está ou esteve a frente de inúmero projetos e bandas cultuadas no metal, principalmente pelo peso, drones e força de suas composições, a frente de bandas como Khanate, Teeth of Lion Rules the Divine, Burning Witch e também colaborações com grandes músicos de improviso e vanguarda, como Steve Noble e Atsuo Mizuno (membro do Boris), além da recente e bem sucedida parceria com Oren Ambarchi e Keiji Haino, o Nazoranai.

Stephen O’Malley é um ídolo para muita gente, de fãs das vertentes mais arrastadas e sujas do metal, até aos entusiastas do drone e do barulho em geral, no melhor dos sentidos. Quem já viu o KTL deveria prestigiar, quem perdeu aquela apresentação tem o dever moral de comparecer ao Novas Frequências 2013. – por Aldo Hanel

Demdike Stare (Inglaterra)


Demdike Stare 2 (Medium)
O duo inglês formado por Sean Canty e Miles Whittaker (que também irá se apresentar solo no festival) em 2009, é um dos nomes que ganhou rápida notoriedade no meio do dark ambient e do ambient dub, dub techno e com fortes influências de drone e ritmos tribais e exóticos, principalmente em 2010, com três lançamentos fortes: Forest Evil, Liberation Through Healing (o melhor deles) e Voices of Dust.

Apesar de recente, a discografia do duo continuou crescendo – assim como sua fanbase, e entre 2011 e 2012, um conjunto de obras chamadas Elemental, divididas em quatro partes, e posteriormente lançadas como uma única compilação, mantendo a pegada sombria, crua e quase industrial de seus lançamentos passados.

Em 2013, o duo apresentou três lançamentos nomeados de Testpressing#001, #002 e #003, demonstrando uma pequena adição de influência novas em seu som, de batidas acid Techno até chegar ao drum and bass e sons mais abstratos e perdidos. Vale muito esperar para ver e ouvir como o duo vai se comportar ao vivo. – por Aldo Hanel

David Toop (Inglaterra)

David Toop 2 (Medium)
David Toop, natural da Inglaterra, é uma entididade musical. Dentro do mundo da música, foi membro do Flying Lizards no final dos anos 70 e início dos anos 80, entre outros grupos como Alterations e General Strike, trabalhando com sons tão variados como o dub, rock experimental e new wave, além de trabalhar com nomes como John Zorn e Brian Eno. O inglês também possui uma longa carreira solo, com discos que trabalham desde a música ambiente ao jazz, além de compilações riquíssimas que apresentaram a muitas pessoas gêneros tão díspares quando acid Techno e música clássica moderna.

Já fora do mundo da música, mas ainda relacionada a ela, também atua como professor, pesquisador e escritor, cobrindo gêneros como hip-hop e exotica, além de contribuir com textos para revistas como The Wire e The Face. – por Aldo Hanel

São Paulo Underground (Brasil)

São Paulo Underground 3 (Medium)O São Paulo Undeground é um projeto baseado na colaboração dos músicos Rob Mazurek, nome carimbado na cena de improviso de jazz de Chicago e o brasileiro M. Takara, mais conhecido pelo seu trabalho solo e no Hurtmold.

Com diferentes formações desde sua formação no início de 2000, mantendo apenas Mazurek e Takara como membros fixos, o São Paulo Underground é reconhecido por sua mistura de jazz de vanguarda e música eletrônica experimental, sem deixar de lado influências de ritmos brasileiros no todo.

Da grande variedade da cena atual de vanguarda no Brasil, principalmente a efervescente cena carioca, a escolha de uma fesse ano Beija flors velho e sujo será com certeza uma pedida interessante.  – por Aldo Hanel

Gimu (Brasil)

Gimu 2 (Medium) (Small)Gimu é o projeto solo de drone, ambient, field recordings e sound-sculpting do capixaba Gilmar Monte, ex-Primitive Painters (de indie rock) e ex-Terrorturbo (eletrônica). Gimu trabalha somente com o computador na composição de massas sonoras que vão ganhando contornos diferentes, novas formas, à medida em que o ouvinte é sugado pra dentro delas. Difícil de acompanhar o volume de trabalhos (a maioria de nível altíssimo) do Gimu: sua conta no Bandcamp lista 18 lançamentos entre 2010 e 2013.

Com lançamentos físicos para selos britânicos (Heat Death, Twisted Tree Line, Childrenplay, Rural Colours) e para o brasileiro Toc Label (o cassete all the intricacies of an imaginary disease), Gimu também assina, ao lado da poeta americana Emily Loren Moss Ferrell, o projeto Caterpillars Dressed In Their Finest, trabalho que mistura poesia no estilo spoken word com uma parede sonora.

No começo de 2012 ele deu uma excelente e completíssima entrevista ao parceiro e obrigatório Floga-se.

Babe Terror (Brasil)

Babe, Terror 2 (Medium)O paulista Claudio Szynkier cria cria histórias cinematográfico-eletrônicas que absorvem ecos de pop dos anos 50, tropicalia, indie-dance e cold wave.

Babe, Terror já ganhou resenha do jornal inglês The Guardian (“a volta barulhenta da Tropicália”) e foi apadrinhado pelo inglês Erol Alkan, lendário DJ de indie-dance que foi um dos reponsáveis pela febre dos bootlegs no início dos anos 2000. Seu álbum Knights (2012) foi lançado pelo Phantasy, selo do inglês.

Serviço:

SHOWS:

03/12, Terça-Feira, às 21h
– Demdike Stare (Inglaterra)

04/12, Quarta-Feira, às 21h
– David Toop (Inglaterra) com participação especial do Chelpa Ferro (Brasil)

05/12, Quinta-Feira, às 21h
– James Ferraro (Estados Unidos)

06/12, Sexta-Feira, às 21h
– São Paulo Underground (Brasil/ Estados Unidos)

07/12, Sábado, às 20h
– Gimu (Brasil)
– Stephen O’Malley (Estados Unidos)

08/12, Domingo, às 20h
– Babe, Terror (Brasil)
– Tim Hecker (Canadá)

***************************

Oi Futuro Ipanema
Endereço: Rua Visconde de Pirajá, 54 / 3ºandar – Ipanema
Entrada: R$ 20,00/ R$ 10,00 (meia entrada)
Capacidade: 92 lugares
Classificação: Livre
Informações: (21) 3201-3010
www.oifuturo.org.br

PAINÉIS:

POP
Endereço: Rua Conde Afonso Celso, 103 – Jardim Botânico
Horário dos paineis de discussão:
– 01/12: Heatsick, às 16h/ Lee Gamble, às 18h
– 02/12: Demdike Stare, às 18h/ David Toop, às 20h
Entrada: R$ 15,00 por dia
Capacidade: 65 lugares (sentados em cadeiras)
Classificação: Livre
Informações: (21) 2286-3299 // (21) (21) 2286-3682
www.polodepensamento.com.br

 

Festa:

La Paz
Endereço: Rua do Rezende, 82 – Centro
Horário: 23h
Entrada: R$ 30,00 (ingresso antecipado); R$ 40,00 (lista amiga); R$ 50,00 (na hora)
Capacidade: 350 lugares
Classificação: 18 anos
Informações: (21) 2509-2403 // lapaz@lapazclub.com.br
www.facebook.com/LaPazclub