O poder de fogo do Nine Inch Nails

postado em by Gabriel Mendes em Ao Vivo | Comente  

O Nine Inch Nails tem muitos seguidores que consideram essa uma das melhores bandas da atualidade, pois influenciaram gerações e estão no cenário musical há um período considerável.
Após o anúncio de que eles seriam uma das atrações do Lollapalooza Brasil, muita expectativa se criou sobre como seria essa apresentação. O NIN não lançava um álbum desde 2008 e passou por mudanças em sua formação, o que causa uma certa desconfiança até nos fãs mais assíduos e fiéis.

Nine Inch Nails no Lollapalooza

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Disclosure continua a festa do Lollapalooza

postado em by Kaue Lima em Ao Vivo | 1 comentário

Já era madrugada de domingo dia 06 de Abril quando os irmãos ingleses do Disclosure subiram no palco do Grand Metropole para embalar a noite que quem foi e quem não foi no primeiro dia do festival Lollapalooza.

Disclosure - DJ Set

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Woodkid e suas luzes muito loucas

postado em by Isabela Freitas em Ao Vivo | 1 comentário

Esse sábado rolou o terceiro e último dia do Music Video Festival 2014 e a atração da noite foi o francês Yoaan Lemoine, mais conhecido como Woodkid, que nos apresentou um espetáculo audiovisual completo!

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Woodkid volta para casa com mais fãs que quando chegou

Sendo um dos artistas mais requisitados para os próximos festivais internacionais, Woodkid veio ao Brasil com a turnê The Golden Age, um show completíssimo que mostra que o Monsieur Woodkid é bom no que faz: além da voz grave e canções bem escritas, projeções fantásticas e luzes que acompanham o ritmo bem marcado de suas músicas nos transportam pra outra dimensão durante o show.

O cara é bom!  Yoann Lemoine é designer gráfico, compositor e diretor, e na lista de trabalhos famosos do moço tem a direção de clipes como Born to die, da Lana del Rey, e Teenage Dreams da Katy Perry. Seu primeiro single, Iron, estourou em 2011 quando o jogo Assassin’s Creed: Revelations lançou seu trailer, fazendo o francês ganhar bastante visibilidade.

Sobre seu show? Surpreendente! O jogo de luzes no palco é incrível e Woodkid é um frontman dos bons. Como se só sua energia não fosse suficiente, sua banda é tão contagiante e talentosa quanto o próprio. Todo mundo ali no palco parecia estar tão feliz quanto nós na platéia, e Woodkid não conseguiu disfarçar a emoção: no fim do show, depois te tanto pular e até cair no palco, caiu no choro, daqueles bem sinceros.

Aposto que nessa noite Lemoine ganhou mais fãs. Já tá permitido voltar! Enquanto ele não volta, veja nossa galeria do show!

Porto (Un) Happy marca o aniversário de Porto Alegre com críticas

postado em by Bruno Bujes em Notícias | Comente  

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A capital gaúcha que completou seus 242 anos no dia 26 de março, foi surpreendida na noite anterior com um vídeo feito por um grupo de jovens que retratavam o atraso das obras na cidade e a falta de infra estrutura, enquanto todos estão com os olhos voltados para a copa do mundo. O vídeo que é uma paródia da música “happy” do cantor norte americano Pharrell Williams mostra o grupo dançando pelas construções Paradas, canteiros de obras e estruturas inacabadas no meio da cidade, ônibus lotados e espaços públicos que não são realmente públicos (usados ​​pela população). Foi dessa forma descontraída com música e dança que os jovens apontaram alguns dos vários problemas vividos pela cidade e demonstraram preocupação com o bem estar dos porto alegrenses no meio do clima de copa do Mundo.

 

A obra-prima do Pavement completa 20 anos

postado em by Caio Sartori em Álbum | Comente  

Para muitos, 1994 foi o último grande ano da música, e muito disso se deve à ascensão ou à queda de diversas cenas. O grunge americano estava prestes a vivenciar o suicídio de seu principal líder, Kurt Cobain, o Reino Unido consolidava o britpop, e o Brasil via surgir o manguebeat. De forma mais discreta e underground, o estilo conhecido como lo-fi  presenteou o mundo com os três álbuns que talvez sejam seus principais marcos: Bee Thousand, do Guided By Voices; Bakesale, do Sebadoh; e Crooked Rain, Crooked Rain, do Pavement.

pavement, crooked rain

Após duas décadas, Crooked Rain segue vigoroso e influente

Crooked Rain, Crooked Rain, lançado em fevereiro de 1994 pela Matador Records, marca o amadurecimento e a evolução musical do Pavement. Se em Slanted and Enchanted (1992), álbum de estreia da banda, o som remete aos anos 1970, com  guitarras agitadas e inspiradas pelo estilo DIY, em Crooked Rain o grupo parece flertar mais com a sonoridade californiana e com guitarras lentas– a banda foi formada em 1988, em Stockton, Califórnia. Tal fator é bastante atribuído à troca de baterista para as gravações do álbum. Gary Young, que havia participado das gravações de Slanted, deu lugar a Steve West. Gary era bem mais velho que os outros membros da banda, e sair em turnê já não o encantava como em outros tempos; queria buscar uma profissão menos exaustiva e que desse dinheiro.

Além de Steve, o disco marca a forte presença de Bob Nastanovich, espécie de faz-tudo – bateria de apoio, percussão, backing vocal. Segundo o próprio Stephen Malkmus – líder, vocalista e guitarrista -, Bob contém um papel fundamental para o crescimento do Pavement, e, sem ele, nada seria possível. Não que sua presença em estúdio seja incrível, admirável, incomparável, mas sua empolgação ao vivo, a entrega durante cada show da turnê – chegaram a fazer 53 shows em 52 dias – motivava o resto e ajudava a criar uma identificação maior do público com a banda.

O Pavement tinha um paradoxo interessante. Ao mesmo tempo em que queriam fazer sucesso, debochavam da indústria musical – talvez um seja intrínseco ao outro. Na era dos videoclipes e das bandas fazendo de tudo para aparecer na MTV com vídeos bem produzidos, lançaram um clipe bobo e despretensioso para Cut Your Hair, principal single do disco (veja no final do post). A ironia e o deboche, também e principalmente, são vistos nas letras. Na própria Cut Your Hair, Malkmus  critica a quantidade imensa de bandas que emergia a todo momento, tentando aproveitar o sucesso de grupos como o Nirvana. Já em Range Life, sobrou para Smashing Pumpkins e Stone Temple Pilots, que estouravam na época – e o Pavement não entendia o porquê de tanto sucesso; os achavam superficiais.

Ao falar de Pavement, inevitavelmente tem de falar sobre Stephen Malkmus, a alma pensante da banda. Malkmus, nascido em maio de 1966 em Santa Monica, Califórnia, teve uma juventude “problemática” – pelo menos para seus pais. Chegou a ser preso por beber, urinar nos canteiros e andar pelos telhados da vizinhança, além de ter sido expulso do colégio por ter ido a uma festa no mato onde as pessoas consumiam cogumelos, que ele jura não ter tomado. Após a adolescência, Malkmus cursou História na University of Virginia e trabalhou como segurança no Whitney Museum of American Art, onde conheceu Bob Nastanovich. O resto é história.

O legado do Pavement é enorme, e todo ano surge uma quantidade considerável de bandas que os classificam  como principais influências. Inclusive, a mídia sensacionalista adora chama-las de “O Novo Pavement”, o que  não só desvaloriza o trabalho, como também encurta a carreira de muitos que não conseguem viver do próprio nome e acabam vivendo sempre com o peso de ser mais um novo-alguém.

Crooked Rain, Crooked Rain, quando foi lançado, não vendeu bem nos Estados Unidos, mas hoje é aclamado fervorosamente por público e crítica, sendo conhecido como um marco para a música indie, apesar desta palavra, deturpada da forma que está, não significar mais o que significava. O álbum está presente na lista de 500 maiores álbuns de todos os tempos da Rolling Stone, assim como ocupa o 10º lugar na de melhores dos anos 1990. A Pitchfork elegeu Gold Soundz como a melhor canção da década, além de colocar o disco na 8º posição.

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A Chuva e a Música do MECA Festival 2014

postado em by Kaue Lima em Ao Vivo | 1 comentário

No final de semana do dia 25 de Janeiro rolou o MECA festival, primeiro grande festival Brasileiro de 2014. Foi a quarta edição do festival que coloca o Rio Grande do Sul na rota dos grandes shows e a terceira edição realizada na Fazenda Pontal, um hotel fazenda bem ajeitadinho que acomoda os milhares de fãs de música boa que aparecem de ano em ano procurando os bons shows do festival.

MECA Festival

Foto por Marcos Bacon. Veja mais em http://bit.ly/F4nB4c0n

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Festivais do Outono Americano: Austin City Limits 2013

postado em by Raphael Ocelli em Discophenia | Comente  
O Discophenia cobriu com exclusividade o primeiro fim de semana do Austin City Limits, na capital do Lone Star State, que aconteceu nos dias 4, 5 e 6 de outubro de 2013. A versão de 2013 do ACL escalou um grande time de headliners, para deixar qualquer um louco de indecisão na hora de programar seus horários. Muse, Depeche Mode, Kings of Leon, The Cure, Atoms for Peace e Lionel Richie, foram os nomes selecionados para fecharem os três dias em Austin. Escolher toda a agenda de cada dia do festival resultava em abrir mão de vários favoritos para ver os “mais favoritos”.

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No primeiro dia, cheguei no Zilker Park bem cedo. O parque é lindo e o tempo ajudou bastante. Muito verde, muito sol, um enorme campo aberto onde eram realizados os shows e, ao fundo do palco principal, era possível ver os gigantescos arranha-céis da capital texana (e símbolo do festival). Ambiente e vibe perfeita para um festival de música, na capital mundial da música ao vivo. O que não se repetiu no segundo fim de semana, que teve sério problemas (chegando a cancelar o terceiro dia por causa da intensa chuva).

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(Foto: Austin City Limits)

No primeiro dia os destaques foram:
A vocalista do Savages, Beth, tem uma presença incrível. Vestida completamente de preto, dançava, gritava, xingava e conversava com um sorriso estampado no rosto. Ela dedicou She will “to the ladies”, em suas próprias palavras. Um dos melhores debuts de 2013, pequena grande banda, show imperdível.

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Alex Turner (Foto: Johnny Firecloud)

Arctic Monkeys fez um show simples, rápido e muito bom durante o pôr-do-sol naquele dia.

O trio do Muse tiveram sérios problemas técnicos durante a apresentação, o que não desanimou a banda. Tentaram dar o melhor de si para reparar todos os problemas e ainda sim foi um dos shows que mais me agradaram no ACL.

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Matt Bellamy, vocalista do Muse, que encerrou a primeira noite do festival (Foto: Johnny Firecloud)

No segundo dia assisti as meninas do HAIM, que fizeram um show bem cheio e animado. Depois segui para ver o Portugal. The Man, um dos shows que eu mais aguardava e um dos meus favoritos do festival (ainda não entendi porque tocam iniciam e terminam o show com a mesma música, mas ok).

Wilco, fez um show simples e certeiro combinando com o belíssimo pôr-do-sol daquele sábado. A banda de Nashville, Kings of Leon, finalizou o segundo com um dos shows mais lotados e aguardados do ACL.

Os escoceses do Franz Ferdinand fizeram um show bem animado na ensolarada tarde do último dia do festival (que parecia ficar mais quente a cada dia).

Matt Berninger e sua voz de cortar a alma, fez do show do National um dos melhores do festival e um dos melhores que já vi.

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Thom Yorke e Flea durante apresentação do Atoms for Peace no primeiro fim de semana do festival (Foto: Johnny Firecloud)

Pra finalizar o festival embarquei na “viagem” que começou com os australianos do Tame Impala e seu tigre, e foi terminar com o Atoms for Peace e seu megalomaníaco show com bilhões de neons, Thom Yorke e suas danças, Flea de saia mais possuído do que nunca, e o percussionista brasileiro, Mauro Refosco, que acenou com um “jóia” quando me viu no meio da multidão com a bandeira do Brasil e depois voltou pro encore com uma camiseta “Não a pec”. Não consigo escolher um favorito entre todos do festival, mas com certeza o que o Atoms for Peace fez naquela noite entrou para a história do Austin City Limits.

Que tal um pouco de eletrônico? Deepbeep #3

postado em by Bruna Meda em Apresentações | Comente  

Aconteceu em São Paulo, mais especificamente no Centro Cultural São Paulo no dia 8 de Dezembro a terceira edição da Sala Deepbeep, a última do ano, e também a primeira que eu fui e que me deu certeza de garantir a presença nas próximas!

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Os 10 melhores discos de 2013

postado em by Caio Sartori em Discophenia, Opiniões | Comente  

2013 foi incrível para a música. Fazer uma lista dos melhores discos do ano não foi fácil, e, inevitavelmente, grandes nomes ficaram de fora.

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Os 10 melhores clipes de 2013

postado em by Raphael Ocelli em Opiniões | Comente  

O ano ainda não acabou, mas podemos dizer com certeza que 2013 foi um grande ano para a indústria musical.

Melhores Clipes de 2013

O Discophenia fez uma lista com os 10 clipes que consideramos serem os melhores do ano até agora.
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