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Como Foi: Balaclava Fest na Clash Club

Eu já cansei de falar, mas OBRIGADO BALACLAVA. Desde que eles começaram a produzir shows, uma parcela pouco representada da música sofria com a falta de certos artistas e estilos musicais em festivais razoavelmente pequenos e a preços justos e mais uma vez a Balaclava conseguiu realizar um ótimo festival sem grandes proporções, mas agradável e divertido.

Antes de tudo gostaria de falar sobre o “Aquecimento Balaclava fest” que ocorreu no Breve: Terno Rei e TOPS em shows intimistas. Terno Rei foi a primeira vez que eu escutei, tinha uma certa preguiça, por relacionar com a banda O Terno, preguiça boba, pois acabei descobrindo uma boa banda, que ao vivo é bem interessante de se assistir. Com seu som relaxante e boas letras eles estavam para o público certo e abrindo para a banda certa.

Já o show do TOPS foi… TOP (Sim eu fiz a piada). Seguindo as mesmas características do Terno Rei o som acolhedor e divertido fez desse show intimista algo único e mesmo que esses dois shows não tenham de fato acontecido no festival, eles me fizeram chegar cedo para curtir as bandas nacionais que tocariam.

A primeira banda do Balalclava Fest foi a Ventre, os cariocas atrasaram de leve sua participação para que tivesse algum público ali para vê-los (Show de segunda é foda), as poucas pessoas presentes no entanto tiveram o prazer de assistir uma das melhores bandas brasileiras da atualidade em um show angustiante e emocionante, conheci recentemente a banda e com esse show eu virei realmente fã.

A segunda banda da noite era o Bilhão, duo que se apresenta como um sexteto e tem vínculos com Mahmundi, Séculos Apaixonados entre outras bandas. Ao contrário do Ventre a Biklhão fezum show bem fraco e sem sal, as músicas repetitivas e genéricas não empolgaram tanto a galera. Com uma pegada “pós-mpb-psicodélico-de-SESC” a banda fez um dos shows mais sonolentos que eu já vi.

Depois do fraco show da Bilhão era a vez dos hypados Mild High Club, que chegaram sem noção de tempo e foram tocando e sendo avisados de quanto tempo faltava para acabar o show. Aparentemente felizes por estarem no Brasil, apesar de sua cara de indiferença, a banda mostrou aos fãs que são bons no que fazem. Apesar de ser um estilo musical que eu fico com um pé atrás, tecnicamente o show foi muito bom, todos os instrumentos alinhados, efeitos perceptíveis e uma boa ambiência, os fãs adoraram e cantaram junto.

O último show ficou por conta do Yuck, que mais uma vez fez um show explosivo e divertido e aqui palmas para a galera da Clash que deixou o som bem nítido, coisa que normalmente com essas bandas de noise-pop/shoegaze acabam cagando com tudo deixando tudo com som de rádio de pilha ou tudo insuportável de distorcido, felizmente o caso do Yuck tudo estava bem equalizado e o noise foi perfeito! O setlist, pessoalmente, poderia ter sido um pouquinho melhor, algumas músicas que eu adoro ficaram de fora, mas ainda assim passaram por todos os três álbuns da banda tocando hits como “The Wall”,  “Get Away” e “Middle Sea”.

Mais uma vez o saldo do Balaclava Fest foi bem positivo, que sempre venham outros por muitos e muitos anos para a alegria dos fãs de música!

Uma mistura de personagens fictícios desde Doug Funnie até Rob Gordon, escuta desde Creed até Richard Strauss, presidente do fã clube da novela Kubanacan e baixista da Que Rubens os Tambores #ad

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