Playlist: Shows Marcantes da Equipe do Discophenia

Se existe algo que a equipe do Discophenia ama tanto quanto música, esse algo é música ao vivo. Nossos colaboradores foram a centenas de shows, mas sempre tem aquele show especial com um trecho memorável. A pedido do Spotify Brasil, cada um de nós montamos uma playlist com músicas que remetem a estes momentos marcantes em shows. Antes de mais nada, dê um play na playlist para acompanhar os relatos de cada colaborador!

Conheça as bandas do Lollapalooza 2016

Você já deve conhecer e amar algumas bandas do incrível Lollapalooza Brasil 2016, mas você conhece todo o resto? O Discophenia selecionou algumas bandas e fez um apanhado em um vídeo para você conhecer um pouco mais sobre o line-up de cada dia. Um clique e 5 minutinhos podem te adiantar um baita tempão e fazer com que você não diga no dia “MEU DEUS, PORQUE NÃO FUI ATRÁS DESSA BANDA???”. Quem sabe você não aproveita muito mais este incrível festival?

 

O Que Vai Rolar – Pearl Jam no Lollapalooza Brasil

Uma dúvida comum que passa pela cabeça das pessoa é “o que vai rolar no dia do ______ (insira aqui qualquer headliner de festival”). Pensando nisso, a equipe do Discophenia inovou e saiu na frente, produzindo a nova série de vídeos “O Que Vai Rolar”. Fizemos um apanhado com o que vai rolar de melhor e mais interessante, de acordo com o nosso público, em cada um dos três dias do Lollapalooza.

PEARL JAM

O Que Vai Rolar – Black Keys no Lollapalooza Brasil

Uma dúvida comum que passa pela cabeça das pessoa é “o que vai rolar no dia do ______ (insira aqui qualquer headliner de festival”). Pensando nisso, a equipe do Discophenia inovou e saiu na frente, produzindo a nova série de vídeos “O Que Vai Rolar”. Fizemos um apanhado com o que vai rolar de melhor e mais interessante, de acordo com o nosso público, em cada um dos três dias do Lollapalooza.

O que vai rolar? - The Black Keys no Lollapalooza 2013

 

O Que Vai Rolar – The Killers no Lollapalooza Brasil

Uma dúvida comum que passa pela cabeça das pessoa é “o que vai rolar no dia do ______ (insira aqui qualquer headliner de festival”). Pensando nisso, a equipe do Discophenia inovou e saiu na frente, produzindo a nova série de vídeos “O Que Vai Rolar”. Fizemos um apanhado com o que vai rolar de melhor e mais interessante, de acordo com o nosso público, em cada um dos três dias do Lollapalooza.

O Que Vai Rolar - The Killers no Lollapalooza 2013

Madeon, o menino prodígio da música eletrônica

Enquanto vocês estavam brincando de pega-pega, pulando amarelinha ou jogando videogame com 11 anos, Madeon nessa idade já iniciava a produção de suas primeiras composições. Após ter estourado com o vídeo viral de “Pop Culture” no Youtube, Madeon mostra que idade não é documento para a produção de hits que emparelham com  David Guetta, Calvin Harris e Deadmau5. 

Madeon, o garoto das controladoras.

Lollapalooza 2013 já chegou!

Meia noite de um domingo é um horário no qual normalmente as pessoas estão chateadas, indo para a cama, com o pensamento em mais uma semana cheia de trabalho e/ou de muito estudo. Mas o último domingo desse mês de setembro teve uma noite diferente. Foi uma noite de domingo na qual os fanáticos por música boa estavam com sorrisos que cruzavam suas faces, histéricos e eufóricos (eu mesmo queria, pessoalmente, dar um abraço no Perry Farrell, vocalista do Jane’s Addiction e idealizador do festival Lollapalooza), com grandes expectativas quanto ao line-up do Lollapalooza Brasil 2013, que foi anunciado as 10 da manhã do dia 1 de outubro, segunda-feira.

Lollapalooza 2013

A corrida por ingressos para o Lollapalooza começa agora!

Muitos estavam rezando para que fosse um cópia do line-up da edição chilena, anúnciado na noite de domingo. E foi quase isso – para alegria de uns e tristezas de outros. Basicamente temos um dia a mais. Sai Bad Brains (banda de punk/ hardcore, considerada como uma das raízes do hardcore) e Keane (banda conhecida por hits como Somewhere Only We Know) e entram Cake (banda de rock alternativo muito famosa nos anos 90), The Flaming Lips (banda experimental que ganhou notoriedade graças aos incríveis The Soft Bulletin e Yoshimi Battles the Pink Robot), Rusko (conhecido produtor / DJ da cena de dubstep inglesa, ao lado de Caspa, Skream, Flux Pavilion e Datsik) e The Killers – este último como headliner.

Podemos afirmar que o line-up esta impecável, agradando a gregos e troianos. Temos grandes nomes como headliners. Pearl Jam tem uma base grande de fãs e lota estádios facilmente. The Killers e The Black Keys atraem grandes fãs da música indie e alternativa no geral. Para galera que curte um rock mais barulhento, pesado, experimental e/ou soturno, Maynard James (vocalista da cultuada banda Tool) traz seus projetos parelelos “A Perfect Circle” e “Puscifer“, junto com o projeto paralelo de Mike Patton (vocalista do Faith no More) entitulado “Tomahawk“. Para completar o peso, temos ainda a incrível Queens of the Stone Age, encabeçada pelo talentoso Josh Homme (que já trabalhou com Dave Ghrol, Mark Lanegan, John Paul Jones e até produziu um álbum para os Arctic Monkeys).

Para fãs do rock alternativo, temos uma variedade de artistas que irão agradar diversos nichos. Franz Ferdinand, The Hives, Cake, Kaiser Chiefs, Foals, Temper Trap, Two Door Cinema Club estão para agradar fãs do rock alternativo, seja ele dançante, como Franz ou Two Door Cinema Club, agitado, como The Hives e Foals ou com uma levada diferente, como of Monsters and Men e The Flaming Lips.

Fãs de música eletrônica também não ficaram desapontados com o Lollapalooza. Para quem curte um eletrônico mais puro, tem para todos os gostos. Deadmau5, Kaskade, Boss in Drama, Major Lazer, Steve Aoki e Madeon vem para preencher o House/Techno. Rusko e Knife Party representam bem o dubstep, seja ao público mais de raiz do gênero (Rusko), como aos fãs mais “farofas” fãs de Skrillex (Knife Party). Para os fãs do electro indie, temos nada menos que Hot Chip, Passion Pit, Toro Y Moi e o experimental, barulhento e caótico Crystal Castles. E até para quem curte um rock moderno com pitadas de blues (e vice-versa), temos Gary Clark Jr, Alabama Shakes e The Black Keys.

O Brasil esta muitíssimo bem representado pelo rap do Planet Hemp e do Criolo, pelos eletrônicos envolventes de Gui Boratto (House), Mixhell (House), Database (Electro House) e DJ Marky (Drum’n Bass acompanhado de uma mini orquestra), além do rock/pop/indie do Agridoce (projeto paralelo da Pitty), Vanguart, Vivendo do Ócio, Holger, Copacabana Club, Wannabe Jalva e Republica completam o line-up tupiniquim.

Infelizmente o rap internacional esta sendo representado apenas pelo norte-americano Nas, famoso por um dos melhores álbuns do gênero de todos os tempos (Illmatic, de 1994), e que lançou um grande álbum em 2012 entitulado “Life is Good” . Bem que Frank Ocean, The Weeknd ou Kid Cudi poderiam complementar esse gênero nesse grande line-up.

Enfim, o line-up esta excelente, beirando a perfeição para fãs do gênero. Resta saber se o preço será condizente ou, como sempre, fora da realidade da maioria do público. Falando nisso, estou vendendo um rim. Alguém tem interesse?

http://youtu.be/tFObGyslF-0

Venda de IngressosFacebook

The xx e o seu novo álbum “Coexist”

Conhecido pelo seu som relaxante, minimalista, com vocais que variam entre sussurros e falas e uma atmosfera que passeia pelo sombrio ao inocente, The xx é uma banda inglesa que foi responsável por um dos maiores debuts de sua década, chamando a atenção do público e da crítica. Será que o seu sucessor ira superar o álbum de estréia e atender as expectativas ou será mais uma banda vítima da “maldição do segundo álbum”?

Três anos depois nasce “Coexist” do The xx

The xx é formado pela percussão de Jamie Smith, conhecido como Jamie XX, pelas guitarras envolventes da Romy Madley Croft e pelo baixo de Oliver Sim, além do vocal destes dois últimos que alternam nas músicas. Até 2009 era composto também pela tecladista e guitarrista Baria Qureshi, esta que deixou o grupo alegando cansaço. O seu álbum de estréia, “XX”, lançado em 2009, foi aclamado pela crítica, alcançando média de 87 no site Metacritic, além do prêmio de “álbum do ano” pelo Mercury Prize.

Todo esse reconhecimento aconteceu graças a um álbum inovador, que mesclava sons e estilos poucos explorados pelo mainstream, de uma forma mais fácil e agradável de ser digerida, porém não chegando a se tornar um som banal e genérico. A música de introdução do debut já mostrava o diferencial da banda, fazendo as pessoas imaginarem “se esta é a música de introdução, imagina o que esta por vir”. Com hits como VCR, Crystalised, Islands, Heart Skipped a Beat, Shelter, Basic Space e Night Time, era fácil entender o motivo do sucesso e da rápida conquista ao público.

Mas e quanto ao álbum novo? Logo de cara, a uma superficial primeira ouvida, podemos notar dois pontos cruciais: músicas mais animadas ou com uma pegada mais pop, como VCR, Islands e Night Time foram limadas e deram lugar a uma atmosfera mais sombria e down, que permanece durante praticamente todo o CD, principalmente da metade pra frente. Apesar de “Angels” e “Chains” remeterem mais ao primeiro CD, e terem sido escolhidas como singles deste novo álbum, o apelo comercial de ambas estão distantes dos singles do “XX”. Outro ponto é que nota-se uma influência maior do “post-dubstep” nesse álbum, graças ao percussionista da banda, Jamie XX que desenvolveu um trabalho solo interessante neste gênero com seu álbum “We’re New Here”. Nas músicas “Chained” e “Reunion” essa influência fica levemente acentuada, remetendo alguns trabalhos do produtor Burial por exemplo.

No geral, nota-se que é um álbum bem semelhante ao debut, porém sem músicas tão marcantes quanto as do “XX”, sendo a fantástica “Intro” uma delas. As batidas podem soar mais repetitivas e sem criatividade para alguns que ficaram mal acostumados com a grandiosidade do debut e estavam com grandes expectativas em relação a este segundo álbum, e para outros, o clima mais sombrio e “para baixo” do Coexist podem irritar e causar até tédio. Mesmo assim, não deixa de ser um bom álbum e provavelmente agrade os fãs do trio inglês.

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Ouça: Angels, Chained, Reunion, Sunset e Missing
Pule: Our Song[/box]

Araabmuzik: os dedos mais rápidos do velho oeste

Araabmuzik e a união perfeita de velocidade, ritmo e precisão.

Antes de mais nada, vou me apresentar rapidamente, tão rápido quanto o Araabmuzik comandando os MPCs. Meu nome é Rodolfo Yuzo, tenho 21 anos, ex-analista de sistema, formado em produção multimídia e editor de vídeo / motion designer. Apaixonado por diversos gêneros e ramificações da música, gosto também de jogar videogame e futebol nos tempos vagos.

Araabmuzik levando os MPCs ao limite

Aconteceu nos dias 4 e 5 de agosto o “The Creators Project“, um evento multicultural, realizado através de uma parceria entre a fabricante de processadores Intel e a revista Vice, que contou com instalações multimídias, jogos, performances musicais, documentários e até uma feira gastronômica. Além dos DJs, rolaram os shows da rapper curitibana Karol ConKá e da banda norte americana Tanlines, que apresentou boa parte de seu único álbum “Mixed Emotions”, com um som híbrido do rock alternativo e eletrônico.

Porém, quem definitivamente roubou a cena e foi o ponto alto dos dois dias de evento, foi o DJ e produtor de músicas de hiphop “Araabmuzik“. Famoso por mostrar suas habilidades sobre-humanas em MPCs (Music Production Center, pads que são um misto de sampler, sequenciadores e ferramentas de performance) pelo youtube, ele balanceia perfeitamente a velocidade insana com precisão, ritmo e melodias compostas por vários samples simultâneos.

Compondo por cima da batida de músicas famosas de Dubstep, como Fire Hive do Knife Party, Hydraulic do Datsik e Cinema / First of the Year do Skrillex, Araabmuzik conseguiu animar boa parte do público com uma performance incrível. Aproveite para conhecer um pouco mais do seu trabalho com o disco “Electronic Dream” e fique com início de sua apresentação no “Creators Project”, onde o rapper paulista “Emicida” fez uma pontinha.

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