10 Músicas de 10 Álbuns [Janeiro]

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O ano só começa depois do carnaval certo? Certo! Por isso a lista de melhores coisas lançadas em janeiro e fevereiro só chegou pós-festas (mentira só estou fazendo agora por falta de tempo mesmo). Enfim, a ideia desse post é mensalmente colocar algumas músicas para mostrar um pouco daquilo que foi lançado no mês, sem distinção de gênero, ou seja, pode entrar na lista desde um Calvin Harris até um Pinkshinyultrablast.

Skaters sim. Skate não.

Formada em 2012, original de Los Angeles mas que escolheu Nova Iorque como centro de inspirações, a banda Skaters não tem nenhum skatista.

E da onde veio o nome? Michael Ian Cummings explica: “O nome me lembra da minha juventude e da maneira que eu senti a ouvir música e sair com os meus amigos correndo ao redor da cidade ser um hooligan”.

Eles estão juntos faz pouco tempo  mas parece que o tempo que ficaram trancados numa sala em Nova Iorque, fazendo covers de Pixies até acharem que estavam prontos pra compor e tocar suas próprias músicas,  fez muito bem e deu a eles uma sincronia muito boa.

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Mais um pouco dos anos 80 com Eternal Summers

Ano passado eu trouxe ao Discophenia os fantasmas camaradas do The Ghosts, que fazem um som bem legal com influências principalmente oitentistas. Para quem curtiu, aprsento hoje mais uma banda que tem um tempero especial de duas três (já? PQP) décadas atrás, o Eternal Summers.

Eternal Summers

Eternal Summers, eternal 80’s

Iniciado como um projeto da dupla Nicole Yun nos vocais e guitarra e o baterista Daniel Cundiff, o grupo lançou em 2010 um EP chamado Silver, contendo um exuberante som dream-pop/pós-punk que chamava a atenção dos ouvidos. Em 2011 veio outro EP, Dawn of the Eternal Summers e deu tudo tão certo que em seguida se juntou à banda o baixista  Jonathan Woods e lançaram, em 2012, o álbum Correct Behavior.

Como já dito, a influência oitentista é forte. Seja pelas guitarras sujas ou pelo som lo-fi das canções, não tem como ouvir a banda e não se imaginar mesmo que por um segundo em uma época mais simples, e por que não dizer até mesmo mais rebelde? Essa última fica por conta das letras da asiática simpática que comanda a banda, que consegue falar, por exemplo, de se revoltar contra os pais sem parecer cafona, mesmo já tendo passado dessa fase da vida.

Enfim, se você curtiu os caras do The Ghosts, tem saudade da fase áurea do New Order, ou simplesmente que ouvir algo um pouco diferente do indie habitual, talvez o Eternal Summers seja uma boa pedida.

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MS MR e seu incrível pop sombrio

A dupla misteriosa MS MR de Nova York, formada por Lizzy e Max, que eram colegas de
faculdade e foram unidos por um gosto em comum – Patrick Wolf - há alguns meses vem
ganhando muito espaço na blogsfera. Com os cabelos coloridos da vocalista e o ritmo pop
entre as músicas, quem vê de longe nem imagina que as letras escritas por eles são com um
tema sombrio, obscuro.

A fantasia de MS MR