Mais um pouco dos anos 80 com Eternal Summers

Ano passado eu trouxe ao Discophenia os fantasmas camaradas do The Ghosts, que fazem um som bem legal com influências principalmente oitentistas. Para quem curtiu, aprsento hoje mais uma banda que tem um tempero especial de duas três (já? PQP) décadas atrás, o Eternal Summers.

Eternal Summers

Eternal Summers, eternal 80’s

Iniciado como um projeto da dupla Nicole Yun nos vocais e guitarra e o baterista Daniel Cundiff, o grupo lançou em 2010 um EP chamado Silver, contendo um exuberante som dream-pop/pós-punk que chamava a atenção dos ouvidos. Em 2011 veio outro EP, Dawn of the Eternal Summers e deu tudo tão certo que em seguida se juntou à banda o baixista  Jonathan Woods e lançaram, em 2012, o álbum Correct Behavior.

Como já dito, a influência oitentista é forte. Seja pelas guitarras sujas ou pelo som lo-fi das canções, não tem como ouvir a banda e não se imaginar mesmo que por um segundo em uma época mais simples, e por que não dizer até mesmo mais rebelde? Essa última fica por conta das letras da asiática simpática que comanda a banda, que consegue falar, por exemplo, de se revoltar contra os pais sem parecer cafona, mesmo já tendo passado dessa fase da vida.

Enfim, se você curtiu os caras do The Ghosts, tem saudade da fase áurea do New Order, ou simplesmente que ouvir algo um pouco diferente do indie habitual, talvez o Eternal Summers seja uma boa pedida.

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Discophenia no Austin City Limits

Austin é conhecida como a capital mundial da música ao vivo. Duas vezes por ano os holofotes se viram para a cidade que recebe os gigantes do mundo da música e os futuros nomes que farão muita gente enlouquecer ao redor do planeta. O festival South by Southwest, que todos os anos revela algumas novidades e o Austin City Limits, que caminha para se tornar um dos maiores festivais do planeta.

ACL

Liam Gallagher, a criança de 41 anos

Em maio de 2009, com quatorze anos, minha “vida musical” começou a ser desenhada. Foi quando descobri o Oasis e o seu mais aclamado álbum, (What’s the Story)  Morning Glory?. Sem noção nenhuma do contexto histórico e social daquilo, me viciei na banda e comecei a desenvolver o gosto musical que tenho hoje, abandonando aquelas músicas aleatórias as quais ouvimos quando criança.