Danilo Oliveira e as músicas do fim do mundo

Chegou a hora de revermos tudo aquilo que 2012 nos trouxe (e até umas pitadas de 2011). Foi um ano bastante movimentado na música mundial, no circuito de shows no Brasil e, principalmente, aqui no Discophenia. Essa “retrospectiva” é parcial, portanto só valem as dicas, não valem as opiniões e alguns podem datar de 2011, mas fizeram parte totalmente no decorrer de meu 2012. Como não fui em praticamente nenhum show esse ano por causa do ~temido~ TCC, vou ficar só nas músicas e nos álbuns.

 

Spector e seu consistente Enjoy It While It Lasts

Lembram que algum tempo atrás eu trouxe Spector para o Discophenia? A banda acabou de lançar o seu debut, chamado Enjoy It While It Lasts. Vamos prestar atenção no que esse álbum nos trás.

Vamos curtir o álbum novo do Spector enquanto ele durar

A banda já estava fazendo certo barulho com apenas algumas músicas lançadas, agora com o lançamento do álbum podemos esperar até uma apresentação deles por aqui mais cedo ou mais tarde.

Agora falando do álbum em si, a maioria das músicas nele presentes já eram de conhecimento geral, mas isso não decepciona quem (assim como eu) estava esperando ansiosamente o lançamento do Enjoy It While It Lasts. Pegando ele pra ouvir com atenção (estou fazendo isso conforme escrevo esse post) você percebe ser um álbum consistente como um todo e isso é de se estranhar um pouco, pois geralmente no primeiro álbum as bandas tem uma tendência de ou lançarem algo genial ou alguma coisa totalmente dispensável. O Spector não, os caras nos trazem algo maduro logo de cara, mas nada muito original e nem revolucionário.

No meu modo de pensar, acho esse o modo correto de se começar no mercado, pois ao conseguir se estabelecer aos poucos afasta aqueles estigmas de segundo álbum. A banda ficará bem tranquila pro próximo álbum, sem pressão nenhuma pra se reinventar ou fazer algo extraordinário.

Eu gostei bastante do álbum como um todo, ficou dentro de minhas expectativas (que eram altas). Ele mantém um bom ritmo alternando entre músicas lentas e músicas mais rápidas, agitadas e alegres. Dou destaque para Celestine, Chevy Thunder, Grey Shirt & Tie e Upset Boulevard.

 

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Spector de Grey Shirt & Tie

Das novas bandas que surgem todos os dias por esse mundo, a que mais aguardo o lançamento do primeiro álbum é o Spector. Eles só possuem alguns EPs lançados, mas já despertaram hype em mim.

Pegue o terno do seu avô e saia fazendo música com Spector

Nesses tempos em que a internet dita tendências (não só na música, mas em comportamento, vestuário, etc), todo mundo adora falar “tal banda vai estourar nesse ano”. Parece até uma praga do novo milênio essa frase, pois geralmente quando dizem isso a banda acaba sumindo e ou é conhecida por meia dúzia de pessoas.

Conheci o som do Spector através da introspectiva Grey Shirt & Tie e depois fui pra a animadíssima Chevy Thunder. Quando percebi, eu estava caçando qualquer informação sobre eles, precisava ouvir mais músicas, foi aí que descobri que tem previsão de eles lançarem o primeiro álbum full só no final de abril.

Tão pouco material disponível e já me deixou empolgado. A banda, que é de origem inglesa, é formada por Fred Macpherson (vocal), Christopher Burman (guitarra), Thomas Shickle (baixo), Jed Cullen (guitarra e sintetizador) e Danny Blandy (bateria) e seu auto descrevem como “algo entre Roxy Music e StrokesThe Killers e Kanye West, Pulp, R&B e Frank Sinatra“.

Assim que o álbum sair, vou fazer um post aqui sobre ele. Enquanto isso, curtam Chevy Thunder.

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